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Alice e o caos reticente…

3 jul

A Falsa Tartaruga e o Grifo conversam, contam sobre uma dança estranha, uma quadrilha.

Não, não é festa junina, mas você vai precisar de um par.

Escolha uma lagosta, a que lhe parecer mais simpática, a mais vermelha, a mais radiante.

Escolha, e venha juntar-se a dança!

Um versinho simples, rápido, apenas para introduzir o universo de L.C (seria Alice se pronunciarmos as consoantes em inglês?), para adentrar as maravilhas de Lewis Carroll.

Seu livro mais conhecido, Alice no País das Maravilhas, que encanta adultos e crianças, já serviu de inspiração para outros livros, filmes homônimos, músicas e poesias. O livro fascina pela sensação de caos enigmático, quase fazendo algum sentindo, que ele passa ao fim de cada página. Você quer descobrir, entender, fazer parte daqueles códigos internos, daquelas frases soltas, e quem sabe… assim, como não quer nada, dar uma espiadinha em uma estrutura diferente, uma fuga inconsequente do caos urbano que toma-se com leite todos os dias de manhã.

Embarcando nessas sensações e não podendo repelir o caos urbano é que, em parceria com a Loja Reticências, criamos um vídeo de divulgação das peças que já estão na loja online. Nossa Alice é morena, como a que inspirou o livro, voluntariosa e facilmente adaptável às transformações, como a urbadnidade nos força a ser.

O vídeo é um stop motion com várias referências escondidinhas, como no livro. A música que embala este mergulho reticente é do Franz Ferdinand, chama The Lobster Quadrille ou A dança da lagosta, e faz parte da trilha sonora do Alice no País das Maravilhas dirigido pelo Tim Burton.

E olha só que legal: a loja está com um desconto de 10% para quem acessar o blog e pegar o código promocional! Acessa lá! É só clicar AQUI.

E, claro, para quem quiser ler mais sobre as possibilidades de interpretação de Alice no País das Maravilhas, recomendo este artigo AQUI da Bia Senday.

Com vocês… o vídeo:

fecha o caos.

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Original X Releitura – Parte II

26 fev

É que todo original dá vida, ou abre possibilidades, para milhares de releituras.

Anteriormente à boneca tridimensional, produzi minha primeira versão de releitura em 2D mesmo, mais cômica do que fofa.

A Releitura - Parte II

Original x Releitura

24 fev

Se há mais de vinte anos o mister Chacrinha já dizia que “nada se cria, tudo se copia”, imagino como iria expressar a situação dos anos atuais.

Depois do Sílvio Santos ter passado mil vezes as mesmas novelas mexicanas, ter filmado versões delas com atores nacionais e ter copiado todos os programas da televisão latina, e dos programas de humor de toda nossa televisão terem feito o mesmo entre si, ficou meio bobo falar de cópia.

São releituras, minha gente. Mas ainda assim a comparação é inevitável! E se o Chacrinha achava que isso era exclusividade da TV, estava enganado.

Pois o que motivou tudo isso aqui foi a música. Esses dias vendo estes canais de clips, me deparei com um vídeo do Paramore e achei tão parecido com o No Doubt que até me assustei. A composição da banda é parecida, o som lembra um pouco, as letras têm quase o mesmo tema, e até o cabelo da Hayley Williams é igual o da Gwen Setfani! Mas são só semelhanças, não estou dizendo nada…



Uma outra releitura, na verdade um cover, mas que eu demorei um tanto pra identificar, é o som da nova campanha do Axe Excite, Sexy Boy, originalmente do Air. Boa escolha do Axe, não? aliás, adoro as campanhas deles.



A minha releitura é familiar. Minha bisavó tinha como costume fazer uma boneca de pano para cada uma das meninas da família. Tentando manter a tradição, fiz a minha primeira boneca para minha priminha.

A Original

A Releitura

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